a)A Criança disléxica pode ser considera normal?
A criança disléxica pode ser considerada
como normal em sua vida estudantil. O organismo está em fase evolutiva, toda
a movimentação dos sistemas do corpo está mais ligado ao sistema
nervoso periférico. Na medida em que, ela vai crescendo o sistema
nervoso central entra em cena, facultando a ela o pleno funcionamento dos
órgãos dos sentidos. Neste instante, muita coisa pode ser mudada no processo
psíquico da criança. Alguns sintomas, que de início fora configurado como
anomalia, pode não ser mais. É o caso da dislexia ou dificuldade com leitura e
escrita. O curioso é, que, o aluno disléxico, tem conhecimento de suas
dificuldades e na medida do possível, luta para superá-las. O especialista, bem
como a escola em geral, deve ficar atento para com este fenômeno. Se porventura
a criança portadora de dislexia vier a ser reprovada, é bastante comum que ela
fique revoltada. É preciso da compreensão dos educadores e familiares em geral,
propiciando a ela outras oportunidade de aprovação. Caso contrário, pode
fracassar em seus estudos. Para aluno, com dificuldade desta natureza, nada
melhor que uma explicação bem simples adequada do seu problema,
isso, fará com que ela se sinta capaz e se reeduque de maneira inesperada.
O disléxico
geralmente é a criança normal para sua idade porque corresponde a quase todas as espectativas de comportamento em
sua idade evolutiva. Havendo algum fracasso escolar e não havendo compreensão
por parte do seu meio ambiente, o disléxico poderá revoltar-se tornar-se com
problemas de nervosismo e muitas vezes sobrevirá o desinteresse pelos estudos.(
Análise do comportamento humano em psicologia – p.220)
b)A dislexia é uma doença grave?
Como se sabe, a dislexia não é
uma doença grave, isto porque, as expectativas de cura são
muito grande. Com o desenvolvimento e funcionamento do organismo,
tratamentos adequados com especialista, seguramente, a tendência é melhorar.
Com o lapso do tempo e o advento da maturidade e mais a assistência fono
audiológica, certamente, não seria um problema tão grave para o aluno e a escola.
Somente o fato de o aluno, ter consciência deste distúrbio em seu
comportamento, tal problema está praticamente resolvido.
Felizmente, a
dislexia não é uma condição progressiva, ao contrário na maioria dos casos, a
tendência é melhorar, mesmo com o decorrer do tempo, advindo a maturidade e com
a assistência fonoaudiológica. (Análise do Comportamento Humano em Psicologia – p220)
c)Múltiplos aspectos do aluno com dislexia
A dislexia pode ser vista entre múltiplos aspectos no comportamento do
educando. Entre eles, a disgrafia, discalculia, deficiência de atenção,
hiperatividade e hipoatividade. Em todos estes casos o aluno apresenta
comportamento diferenciado no aprendizado de leitura escrita, calculo
matemático, dificuldade de assimilação de conteúdos bem como
compreensão de textos, não conseguem se concentrar no professor e no
ensino aplicado, as vezes fica nervoso ou irritado em sala de aula, que
inclusive dá muito trabalho para os professores e a escola. Em outros casos pode parecer calma
demasiadamente. Seria aconselhável, que todos os especialistas
tivesse a atenção voltada para estes fenômenos, até porque, é uma situação que
somente ele e a escola poderia resolver ou encaminhar para centros
de especialização. – A disgrafia, como o próprio nome indica,
é uma dificuldade que o aluno tem de lidar com a escrita e a linguagem na
formulação de ideias, e de conhecimentos com respeito a língua.- Enquanto
que, a discalculia, para alguns alunos pode levá-los a ter
problemas com cálculos matemático, para outros, além de não
encontrar dificuldades, mostram bastante desempenho. Pode ser considerado
como um distúrbio de comportamento de aprendizagem leve que
facilmente pode ser administrado e diagnosticado pelo professor sem
precisar encaminhar para centros de especialidade. – A
deficiência de atenção, pode ser muito grave na ministração de uma aula
tanto para o professor quanto para o aluno. Na maioria dos casos o aluno não
consegue se entregar inteiramente ao ensino devido sua atenção
oscilar para uma outra dimensão. Torna difícil para o professor que lida com 25 a 30 alunos e ter entre
eles 3, 4 alunos desatenciosos. Em face uma situação como essa o que vale mesmo
é o jogo de cintura. Aliás, os bons artistas se consagram ao superar os
momentos difíceis de sua vocação. Para não prejudicar toda a sala o professor
pode adotar o critério de contar histórias engraças como as de monteiro lobato,
que alem de ser produtiva para chamar atenção de toda a turma, podem ser produtivas
no aprendizado da literatura e gramática. Se mesmo assim não der certo, emprega
o critério de frases curtas, como: vou contar uma outra história bem pequenina
para vocês: certo menino seguia pelo o caminho desatencioso, olhava mais para
cima e para os lados que para onde ele pisava, de repente, sem que
percebesse, pisou em uma cobra cascavel. Quando ele sentiu aquela sensação
estranha, olhou para baixo deu um grito e um salto para frente. De imediato
chama um trabalhador para matar a cobra. Porém, ele disse: É proibido por lei
matar uma cobra menino. Temos que preservar os animais que estão em extinção.
O garoto disse: Mas esta cobra é venenosa e mata as pessoas. Fique atento meu
filho, as cobras estão soltas por aí este ambiente é delas. Este foi um simples
exemplo, mas você poderá criar muitos outros com o mesmo teor. Certamente
contribuirá bastante no sentido de melhorar o aluno desatencioso. – Já
a criança hiperativa não consegue ficar quieta, ela não consegue
controlar a si mesma. Segundo especialistas, quando isto acontece é
porque ela não é satisfeita consigo mesma. Em outras palavras, ela
queria ser diferente mas não foi possível. Mais uma vez é cobrado a atenção e a
eficiência do especialista que pode lidar com alunos com estes caracteres. A
adoção de histórias como: a tartaruga e um veado de campo apostaram um corrida.
O veado de imediato saiu na frente e a tartaruga bem devagarinho. A bicharada
criticava a coitada e o veado sempre na frente e cada vez mais veloz. Sem que
percebesse caiu numa armadilha de um caçador e morreu. A tartaruga após alguns
dias chegou no local determinado e o coitado do veado que corria tanto para
ganhar o prêmio já estava morto. A bicharada reuniu com a tartaruga e fizeram
aquela festa. – Criança hipoativa é aquela desligada de
tudo, calma demasiadamente, não demonstra interesse pelos os estudos se torna o
cliente bonzinho da sala. Criança com este perfil precisa de estímulos da
família, da sociedade e da escola. Normalmente, ela tem dificuldade de captar e
processar em sua mente o que esta acontecendo ao seu redor. Em
outras palavras ela tem dificuldade de fazer uma leitura do espaço ao seu
redor. Parece que para ela tudo está bom. Para lidar com esta situação
seria imprescindível um aprimoramento de técnicas focalizado
exclusivamente neste tipo de distúrbio.
Disgrafia é caraterizada por problemas com a Linguagem
Escrita, que dificulta a comunicação de idéias e de conhecimentos. Discalculia: disléxicos que, não encontram grandes
dificuldades e podem ser hábeis em cálculos aritméticos, porém fracassam sempre com as"incógnitas" da acuação. Deficiência de Atenção:Há disléxicos cujo problema central
está na dificuldade de focar a atenção, durante um espaço de tempo necessário à
seleção e registro de um estímulo. Hiperativa: aquela que nunca pode
parar, que está sempre agitada, que não consegue permanecer sentada, imóvel. Hipoativa: A criança hipoativa é
aquela que parece estar, sempre, "sonhando acordada." Dá a impressão
de que nunca está ligada em nada. http://www.dislexia.com.br/dislex_hipoatividade.html - 06/02/2012
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