Com os novos métodos de ensino
descoberto pela medicina e a psicologia, o tratamento da dislexia ficou mais
ligado a escola que em centros especializados. Contudo, em alguns casos
mais grave, existe clínica especializada que pode acompanhar tais
alunos com emprego de medicamentos. Como por exemplo, criança com lateralidade
contrariada a reeducação pode ser realizada em Maternal ou locais especiais
para o aperfeiçoamento da habilidade, alento, visão, motricidade e lateralidade
do cérebro, que certamente precaveria a criança com dislexia grave de
perturbações psicomotoras de percepção. Seria importante que as
famílias colocassem seus filhos desde bem pequenos no Jardim de
Infância. Como se sabe, para muitos isso seria impossível, devido, questões
sócio-econômica. O aconselhável seria o poder público dos Estados
brasileiros e municípios, junto ao MEC, criar escolas com espaço e
ambientes adequados e especialistas bem pagos no sentido de possibilitar a
frequência desses alunos com dislexia grave, e assim amenizar
gradativamente os problemas desafiador deste mal.
Entretanto, para a
maioria dos casos as dificuldades escolares podem ser resolvidos em classe escolar, desde que, descoberta precocemente.(Análise do
Comportamento Humano em Psicologia – p220 e 223)
Por fim, se pais, escola descobrissem o aluno disléxico mais cedo, trabalharia com ele a escrita e cálculo mecânico e certamente não teria dificuldade em desenvolver suas habilidades. O aprendizado é lento, mas, o aluno pode aprender mais que um aluno dito normal. Aliás, o aluno portador de alguma dificuldade de aprendizado luta para provar para todos os colegas e educadores que ele também é capaz.
BIBLIOGRAFIA
a).Aurélio; BOLSANELLO,
Maria Augusta.Análise do Comportamento b)BOLSANELLO Humano em Psicologia. Editora Educacional
Brasileira 25º edição 1993 – Curitiba PR p.41,220,22Höhrs, Hermann
c) Maria Montessori /
Hermann Röhrs; tradução: Danilo di Mano de Almeida, Maria Leila
Alves. Recife: Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana, 2010, p74 (Coleção
Educadores)
d CURY, Augusto
Jorge. Pais brilhantes e Professores fascinantes – Rio de
Janeiro: Sextante, 2003 p91.
f) http://www.dislexia.com.br/dislex_hipoatividade.html
- 06/02/2012
g) http://pt.wikipedia.org/wiki/Crian%C3%A7a – Acessado em 27/12/2011
h)http://www.dislexia.com.br/ Acessado
em 06/02/2012
i)http://www.psicopedagogia.com.br/new1_artigo. – acessado em 07/02/2012
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